Publicado por: Keké - Keziah Pollyanna | setembro 23, 2008

Taberna Dwarfish

Auden Thundersword e eu fomos chamdos em Highmoon.

Naquela mesma tarde, deveríamos comparecer a Taberna Dwarfish e esperar pela chegada de um desconhecido. Sentei-me a mesa e enquanto bebia, observava atentamente todos aqueles que entravam. Auden, demonstrava-se despreocupado. Eu estava de certa maneira ansiosa e preocupada para saber o porque de tanto mistério. Após alguns litros de cerba, adentra pelo estabelecimento um homem encapuzado. Rapidamente comentei com Auden que poderia ser o tal “estranho” que viria ao nosso encontro. Auden, disse-me para relaxar e não me preocupar.

Na verdade, a minha preocupação realmente existia, poderia ser uma cilada, uma vez que possuíamos informações importantes e estrátegicas sobre Cormyr. Embora, não mais façamos parte dos Cavaleiros Púrpuras, ainda somos leais a nossa Terra Natal.

O cavaleiro encapuzado dirigiu-se a nossa mesa. Parecia que já nos conhecia, ao demonstrar tamanha segurança quando se apresentou a nós. Imediatamente nos apresentamos. Ansiosamente, perguntei o porque de tanto mistério, ele apenas balbaciou algumas palavras e então, dirigiu-se a Auden ignorando totalmente a minha pergunta. Auden passou a maior parte do tempo tentando entender o que aquele Eladrin queria conosco e qual seria realmente a sua intenção.

As palavras daquele Eladrin soavam como música para os meus ouvidos, parecia cantar ao falar. Acabei me distraíndo por alguns instantes, quando repentimanete uma Elfa arqueira e um Tiefling Warlock entraram na Taberna. Os dois pareciam ser conhecidos, mas se debatiam em palavras. Aquela situação me deixou em estado de extase, diverti-me muito enquanto os observava.

Auden, fez-me voltar a realidade. Decidimos que aceitaríamos a proposta, se o pagamento fosse bom. O Eladrin disse que isso não seria o problema para ele. Enquanto bebíamos mais um pouco uma “frágil” mulher entra pelo estabelecimento gritando por socorro, sua beleza encantava a todos que lá estavam. Ela se dirigiu ao balcão pedindo ajuda ao anão. Fiz menção em ajudá-la, mas me contive para não entrar numa confusão novamente. Tudo aconteceu muito rápido, lembro-me vagamente do ocorrido. A única lembrança que tenho são as marcas de queimadura em minhas costas. Um dos homens jogou na lareira, um vidro de óleo, explodindo atrás de mim. Fiquei fuirosa e imediatamente joguei-o na lareira, arrancando-lhe sem piedade a vida. Enquanto isso, um “pequeno ser” e ágil matava agilmente alguns dos homens que a perseguiam.

A taberna estava em fogo, fugimos para um local seguro.

Havia duas mulheres muito bonitas, ajudando os embriagados.

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Responses

  1. Bem sucinto este relato, não?
    Enfim, o importante é que ele está acontecendo. Me admira que minhas poucas palavras tenham te admirado.
    Ah, creio que tenha confundido o nome do estabelecimento, na verdade, este se chama(va) “a Dama Coroada”

  2. Meu caro Stadjever,

    Dwarfish para mim é apenas um adjetivo para que eu possa me referir aos “pequenenos e frágeis”.


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