Publicado por: Keké - Keziah Pollyanna | outubro 18, 2008

Winterhaven

Após aquele susto, voltamos a dormir. A Elfa, Guinevere, assegurou-nos de que não haveria perigo. Eu fui a primeira a se deitar. Apesar da Paladina ter me curado, eu ainda estava me sentindo fraca e sabia que não poderia deixar o grupo na mão, mais uma vez. Fiquei pensando sobre os meus duros treinamentos. A vezes, que tive que lutar no meu máximo contra o meu inimigo, para que ele não se sobressaisse, momentos em que me deparei com a morte. Senti naquele instante, que essa aventura levaria à grandiosas lutas, que os Dragões Púrpura jamais poderiam me oferecer. Aquele era o momento certo, para que eu pudesse, realmente, ser uma guerreira formidável.

Enquanto eu me questionava sobre o meu comportamento naquela batalha, pude observar alguns dos meus companheiros discutirem sobre um tal broche. Parece-me que a Cleriga, Marisol, questionou sobre o desaparecimento dele. E, certamente, que quem poderia encontrá-lo, como se nada quisesse, jogado ao chão e entregá-lo, seria Wyght. Marisol, explicou o significado daquele broche para o grupo, mas o Mago não se deu por convencido. Sinto que ele deve saber de muito mais coisas e que esconde do grupo.

Após a discussão, o Mago deixou Wyght de sobre aviso, dizendo que os Eladrins não dormiam. Não dei muita importância àquele estressadinho, embora eu tivesse a mesma insegurança que ele. Precisava apenas dormir.

Seria uma grande caminhada no dia seguinte.

Publicado por: Keké - Keziah Pollyanna | outubro 17, 2008

A matilha

Após saírmos da Taberva em chamas, o Eladrin, Stadjever, pressinou Marisol sobre o porque da perseguição, ela tentou dilubriá-lo, ingenuamente, coitada! É engraçado, tentar passar enrolar alguém que consegue viver por mais de cem anos… Mas, após algumas perguntas Marisol nos relata que era de Winterhaven e que havia sido enviada por sua superior, a Irmã Linora. E que alguns membros, do culto da deusa Shar, estavam agindo em sua cidade, e ela precisava de ajuda. Tínhamos, todos, algo em comum. E assim, decidimos montar acampamento mais distante da cidade, por questão de segurança.

O primeiro turno foi o meu. Passei algumas horas acordada e, logo depois fui dormir. Mal fechei os olhos, quando me deparei com um enorme lobo me mordendo. Não consegui escapar de suas presas, eu ainda estava cambaleando com aquela “surpresinha” no meio da noite. Consegui erguer o meu corpo e sacar a minha espada, o primeiro golpe entrou nas suas costas, mas ele parecia não sentir dor. Foi então, que um segundo lobo veio em minha direção. Fiquei flanqueada por eles. Entrei em estado de “bloodless”. Eu já não sabia como era possível ficar em pé. As patas, enormes, daqueles animais arrancavam todo a minha força, a dor estava ficando insuportável, mas Tempus me amparava como podia. Até que, um dos lobos me arrancou a última gota de vida, senti apenas, um negra luz me alcançar.

De repente, senti correr em meu corpo um força, era tão forte que na mesma hora levantei. Era a Paladina, estava curando os meus ferimentos. Graças a ela pude sobreviver aos ataques dos lobos. Embora, naquele momento, não adiantava mais lutar, já haviam matado todos eles.Senti-me fraca, impotente, como poderia uma guerreira tão forte ser pega de surpresa? Espero que da próxima, eu esteja mais atenta.

Publicado por: Keké - Keziah Pollyanna | setembro 23, 2008

Taberna Dwarfish

Auden Thundersword e eu fomos chamdos em Highmoon.

Naquela mesma tarde, deveríamos comparecer a Taberna Dwarfish e esperar pela chegada de um desconhecido. Sentei-me a mesa e enquanto bebia, observava atentamente todos aqueles que entravam. Auden, demonstrava-se despreocupado. Eu estava de certa maneira ansiosa e preocupada para saber o porque de tanto mistério. Após alguns litros de cerba, adentra pelo estabelecimento um homem encapuzado. Rapidamente comentei com Auden que poderia ser o tal “estranho” que viria ao nosso encontro. Auden, disse-me para relaxar e não me preocupar.

Na verdade, a minha preocupação realmente existia, poderia ser uma cilada, uma vez que possuíamos informações importantes e estrátegicas sobre Cormyr. Embora, não mais façamos parte dos Cavaleiros Púrpuras, ainda somos leais a nossa Terra Natal.

O cavaleiro encapuzado dirigiu-se a nossa mesa. Parecia que já nos conhecia, ao demonstrar tamanha segurança quando se apresentou a nós. Imediatamente nos apresentamos. Ansiosamente, perguntei o porque de tanto mistério, ele apenas balbaciou algumas palavras e então, dirigiu-se a Auden ignorando totalmente a minha pergunta. Auden passou a maior parte do tempo tentando entender o que aquele Eladrin queria conosco e qual seria realmente a sua intenção.

As palavras daquele Eladrin soavam como música para os meus ouvidos, parecia cantar ao falar. Acabei me distraíndo por alguns instantes, quando repentimanete uma Elfa arqueira e um Tiefling Warlock entraram na Taberna. Os dois pareciam ser conhecidos, mas se debatiam em palavras. Aquela situação me deixou em estado de extase, diverti-me muito enquanto os observava.

Auden, fez-me voltar a realidade. Decidimos que aceitaríamos a proposta, se o pagamento fosse bom. O Eladrin disse que isso não seria o problema para ele. Enquanto bebíamos mais um pouco uma “frágil” mulher entra pelo estabelecimento gritando por socorro, sua beleza encantava a todos que lá estavam. Ela se dirigiu ao balcão pedindo ajuda ao anão. Fiz menção em ajudá-la, mas me contive para não entrar numa confusão novamente. Tudo aconteceu muito rápido, lembro-me vagamente do ocorrido. A única lembrança que tenho são as marcas de queimadura em minhas costas. Um dos homens jogou na lareira, um vidro de óleo, explodindo atrás de mim. Fiquei fuirosa e imediatamente joguei-o na lareira, arrancando-lhe sem piedade a vida. Enquanto isso, um “pequeno ser” e ágil matava agilmente alguns dos homens que a perseguiam.

A taberna estava em fogo, fugimos para um local seguro.

Havia duas mulheres muito bonitas, ajudando os embriagados.

Publicado por: Keké - Keziah Pollyanna | setembro 19, 2008

Desonra em Cormyr

Collen dedicou-se a Cormyr durantes anos prestanto serviços militares como um dos Cavaleiros púrpura. Sua posição era a mais cobiçada por todos os outros da guarda, mas apenas aqueles que realmente tivessem coragem, força, agilidade e honra poderiam alcançar tamanha posição. Devido a sua postura e a sua vivacidade com as palavras, Collen tornou-se um dos responsáveis por manter a paz entre Netheril, Sembia e Cormyr. Porém, alguns dos cavaleiros pretendiam quebrar o Tratado da Ponte Griddonfang, responsável pela paz que havia sido selada entre as cidades. Collen jamais imaginou que seus homens tramariam algo tão tenebroso e contra a própria cidade natal. A real intenção destes Cavaleiros era tirar Collen do caminho, e para isso tramaram a sua desonra e a sua morte, sem que ninguém, desconfiasse.

Numa manhã aparentemente tranquila, Collen recebe ordens do Reino de Cormyr para se apresentar a Cidade de Nethreil, e discutir sobre o tratado de paz entre as cidades. Após longos dias de viagem, Collen e alguns de seu homens chegam a Netheril. A chegada dos Cavaleiros Púrpura faz com que muitos dos aldeões de sintam arredios. Collen percebe uma certa inquietude, e que será necessário também, uma certa cautela para discutir acordos com os Netherianos. Collen então se direge a sala de reuniões. Aurian, já se encontra á mesa debruçado sobre o mapa da cidade de Netheril, ele se dirige a Collen questionando as normas do tratado. Aurian, diz a Collen que o Reino de Cormyr conseguiu resistir aos esforços de Netheril em uma guerra ocorrida há 40 anos, impedindo o avanço de Netheril.

Friamente Aurian diz a Collen que o Reino de Netheril pretende controlar Daerlun e Urmlaspyr, antigas cidades sembianas libertas do domínio netherese. Collen não concorda com Aurian e além disso ele não colocaria o Reino em perigo por um mero capricho e desejo. Aurian, já esperando pela atitude de Collen, diz a ele para pensar a respeito, que fortuna e glória o espera. Collen ordena aos seus homens para se retirar de Netheril e voltar para Cormyr. Porém um dos seus homens, Thurdman o apunhá-la pelas costas, enfiando uma adaga em seu pescoço com exata precisão. Então, os Cavaleiros Púrpuras que lá estavam haviam se corrompido em busca de glória. Sob as ordens de Aurian, os Cavaleiros voltam a Cormyr para informar ao Rei que Collen os havia traído, fazendo um pacto com o Reino de Nethreil para conquistar as antigas cidades sembianas libertas do domínio netherese.

Assim, meu pai é desonrado e humilhado pelo Reino de Cormyr.

JELLY

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