Após aquele susto, voltamos a dormir. A Elfa, Guinevere, assegurou-nos de que não haveria perigo. Eu fui a primeira a se deitar. Apesar da Paladina ter me curado, eu ainda estava me sentindo fraca e sabia que não poderia deixar o grupo na mão, mais uma vez. Fiquei pensando sobre os meus duros treinamentos. A vezes, que tive que lutar no meu máximo contra o meu inimigo, para que ele não se sobressaisse, momentos em que me deparei com a morte. Senti naquele instante, que essa aventura levaria à grandiosas lutas, que os Dragões Púrpura jamais poderiam me oferecer. Aquele era o momento certo, para que eu pudesse, realmente, ser uma guerreira formidável.
Enquanto eu me questionava sobre o meu comportamento naquela batalha, pude observar alguns dos meus
companheiros discutirem sobre um tal broche. Parece-me que a Cleriga, Marisol, questionou sobre o desaparecimento dele. E, certamente, que quem poderia encontrá-lo, como se nada quisesse, jogado ao chão e entregá-lo, seria Wyght. Marisol, explicou o significado daquele broche para o grupo, mas o Mago não se deu por convencido. Sinto que ele deve saber de muito mais coisas e que esconde do grupo.
Após a discussão, o Mago deixou Wyght de sobre aviso, dizendo que os Eladrins não dormiam. Não dei muita importância àquele estressadinho, embora eu tivesse a mesma insegurança que ele. Precisava apenas dormir.
Seria uma grande caminhada no dia seguinte.


